Band Sports

terça-feira, 31 de julho de 2007

Esporte, o melhor remédio...

Confira os principais eventos esportivos do mês de agosto...
  • entre 1 e 4 Grand Slam feminino de vôlei de praia em Klagenfurt na Áustria;
  • entre 2 e 5 Grand Slam masculino de vôlei de praia em Klagenfurt na Áustria;
  • a partir do dia 3 Grand Prix de vôleibol feminino;
  • entre 21 e 26 Copa América de vôleibol masculino em Manaus AM.
  • dia 5 Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1 (11*etapa);
  • dia 26 Grande Prêmio da Turquia de Fórmula 1 (12*etapa);
  • dia 5 Grande Prêmio de Michigan da Indy Race League (13*etapa);
  • dia 11 Grande Prêmio de Kentucky da Indy Race League (14*etapa);
  • dia 26 Grande Prêmio da Califórnia da Indy race League (15*etapa);
  • dia 12 Grande Prêmio de Elkhart Lake da Champ Car (11*etapa);
  • dia 19 Grande Prêmio de Denver da Champ Car (12*etapa);
  • dia 19 Grande Prêmio de Santa Cruz RS da Stock Car (6*etapa);
  • dia 19 Grande Prêmio de Brno na República Tcheca de MotoGP (12*etapa).
  • entre 6 e 12 Masters Series de tênis em Montreal no Canadá;
  • entre 13 e 19 Masters Series de tênis em Cincinnati nos Estados Unidos;
  • a partir do dia 27 Aberto de tênis dos Estados Unidos (Grand Slam).
  • entre 8 e 18 Universíade de ginástica em Bangkok na Tailândia.
  • entre 16 e 19 WQS de surf feminino em Itacaré BA;
  • entre 20 e 27 WCT de surf feminino em Itacaré BA.
  • a partir do dia 18 Campeonato Mundial de futebol masculino sub-17 na Coréia do Sul.
  • a partir do dia 22 Pré-Olímpico de basquete masculino nos Estados Unidos.
  • a partir do dia 25 Campeonato Mundial de atletismo em Osaka no Japão.
  • a partir do dia 29 Campeonato Mundial de triatlo em Hamburgo na Alemanha.
  • entre 12 e 19 JOGOS PARAPAN-AMERICANOS DO RIO DE JANEIRO.

Como se vê, será um mês agitado e, principalmente, divertido...

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Foi-se o Pan!!!!! E agora?

Com uma cerimônia de encerramento que de forma justa, lembrou até dos bravos oficiais responsáveis pelos resgates de vítimas e sobreviventes, do trágico acidente aéreo ocorrido na capital paulista nesse mês, reflexo da incompetente e obsoleta máquina de gestão pública, chegaram ao fim os XV Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Não custa, porém, sempre deixar claro, que foram os jogos do Rio, e não do Brasil, como alguns, entre eles facções da imprensa especializada, insistiram em dizer desde a última sexta-feira 13, para quem quisesse ouvir.

Durante esses 16 dias que vivemos, indiscutivelmente, a cidade maravilhosa ficou ainda mais bela, com a alegria de um povo que sabe ser feliz, mesmo "atolado" em problemas, com a infinidade de turistas de toda a América, com a diversidade de delegações e modalidades, com a sensação de paz, ainda que momentânea. Também é indiscutível, o sucesso dos esportistas brasileiros conquistando um numero jamais visto de pódios, superando todas as marcas em medalhas de ouro e alcançando a maior quantidade de medalhas de bronze dentre todos os países participantes; como reflexo desse evidente sucesso, o projeto inicial de superar o Canadá, como terceira força pan-americana, foi atingido com tamanha rapidez e facilidade, que o fato de concluir as disputas com apenas cinco ouros a menos que Cuba, soou como decepcionante.

Convém analisar contudo, que o fato de setores da imprensa generalizarem a disputa, supostamente vimos o Pan do Brasil, foi apenas mais um de seus graves equívocos, predominantemente em veículos abertos. É horrendo a capacidade deles, em fantasiar, deturpar e distorcer, excessivamente, algumas circunstâncias. Como já relatado anteriormente, a campanha brasileira no Pan 2007 foi sublime, mas tem aspectos fundamentais. Faz-se necessário afirmar, que norte-americanos, cubanos e canadenses, as potências continentais, não disputam pan-americanos com suas equipes principais; fato que não é exclusividade do Rio, não será e nunca foi de lugar nenhum, tratando-se apenas de prioridades e planejamento, e em momento algum é alertado pela grande mídia. Acreditar que o volei, que o hipismo, que o futebol ou que a vela irão conquistar ouros olímpicos, sem dúvida, é possível; mas levar todo o povo brasileiro à acreditar que nas Olimpíadas, o esporte do País vai ter um desempenho semelhante ao observado no Pan, é uma atitude do mais baixo nível, um sensacionalismo barato e nefasto. Como exemplo mais simplório, pode-se pensar no caso do nadador Tiago Pereira, o maior medalhista num mesmo Pan-Americano: suas marcas não passaram nem perto de nenhum recorde mundial e estão todos aquém do bronze das últimas Olimpíadas; mas para Galvão Bueno o pobre Tiago é o novo herói nacional que libertou a pátria do monopólio norte-americano em torno das medalhas de ouro, transferindo para o jovem, apenas promissor, uma responsabilidade que não é dele.
Se a atitude de segmentos da imprensa é profundamente lamentável, espera-se que por parte do Governo Federal venham atuações mais sóbrias, com a prestação de contas sobre a gestão orçamentária do Pan-Americano, com uma política de incentivo ao esporte concreta, pela qual tanto se clama em épocas como essa, e com garantias, sobretudo, de que a mobilização político-estrutural montada no Rio, capaz até de reduzir sensivelmente os números da Guerra Civil carioca, não sejam uma ação efêmera e com prazo de validade tão curto e que, na medida do possível, estenda-se à outras metrópoles brasileiras.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Meu time dos sonhos

No último ano, a brilhante revista Placar, em sua edição 1301-B, convocou 240 personalidades para escolherem os melhores jogadores e técnicos de todos os tempos dos 12 principais clubes brasileiros. Obviamente que, em se tratando dos principais clubes brasileiros do Brasil, estava lá também o glorioso São Paulo Futebol Clube. A eleição já é tradição na revista, e vem ocorrendo desde 1982 a cada 12 anos. Na presente eleição, formando o melhor São Paulo de todos os tempos, foram escolhidos: Rogério Ceni (desde 1993 no clube); Cafu (1989/1994), Oscar (1980/1987), Darío Pereyra (1977/1988) e Leonardo (1990/1991, 1993/1994 e 2001); Mineiro (2005/2006), Pedro Rocha (1970/1977) e Raí (1987/1993 e 1998/2000); Müller (1984/1988, 1991/1994 e 1996), Careca (1983/1987) e Canhoteiro (1954/1963). Técnico Telê Santana (1973 e 1990/1996). Os ilustres são paulinos que participaram da votação foram: o historiador Agnello de Lorenzo, os jornalistas Alberto Helena Júnior, Arnaldo Ribeiro, José Paulo de Andrade, Maurício Barros e Vítor Birner, os músicos Andreas Kisser, Juca Chaves, Nando Reis e Nasi, os ex-atletas Aurélio Miguel, Fernando Meligeni e Gustavo Borges, os atores Cássio Gabus Mendes e Henri Castelli, o escritor Conrado Giacomini, os dirigentes Juvenal Juvêncio e Marco Aurélio Cunha, o humorista Sombra e o eterno capitão Rogério Ceni, que de tão diferenciado e excepecional, não votou em si mesmo. Outros, que também cometeram essa desfaçatez, foram Meligeni, de maneira inexplicável, e José Paulo, um típico jornalista destraído, que preferiram o arqueiro Zetti; da mesma forma Agnello, que aos 78 anos deu preferência ao passado e escolheu Poy. Inspirado pela leitura da revista e pelas quase duas décadas como são paulino, também eu elegi os 11 maiores nomes, que na minha opinião, já vestiram o sagrado manto tricolor; misturei na minha seleção expoentes atuais, lendas do passado e outros que não vi jogar, mas não poderiam ficar de fora. Eis a lista...
ROGÉRIO CENI- A torcida sabe: todos tem goleiro; só o São Paulo tem Rogério.
VÍTOR- Ganhou quatro Libertadores, a maior ambição tricolor. Nem Pelé chegou a tanto. As glórias falam por si só.
LUGANO- O tri mundial passa pelos pés desse uruguaio. Exala a essência tricolor.
DARÍO PEREYRA- Existem coisas que não é preciso ver para crer.
JÚNIOR- Não houve outro tão perfeito na posição. Traduz uma singular competência.
MINEIRO- O melhor volante do mundo.
JOSUÉ- Só lhe faltaram os gols. Talvez por esse motivo, Mineiro ofucasse tanto Josué.
GERSON- Irretocável com o manto tricolor. Monstro sagrado do Morumbi.
RAÍ- Majestade suprema. Eternizado pelo que fez.
LEÔNIDAS- Marcou época numa época marcante.
CANHOTEIRO- O Garrincha da ponta-esquerda. Completa o lado esquerdo dos sonhos com Júnior e Gérson.
TELÊ SANTANA- Alguns são técnicos, outros professor, a maioria é treinador, uns apenas apitadores de treino. Somente Telê foi mestre.
Como se diz por aí, sonhar não custa nada...

quinta-feira, 26 de julho de 2007

minha visão

Enquanto desenvolve-se o Pan do Rio, o campeonato brasileiro segue seu caminho com menor espaço, mas sem deixar de chamar a atenção. Ontem, em Curitiba, o Cruzeiro novamente deu mostras de sua irregularidade, empatando apenas no final, um jogo no qual esteve melhor do que o Atlético PR por parte considerável do tempo, e fez por merecer melhor sorte; em Goiânia, o Goiás alcançou um lugar entre os quatro melhores na classificação, graças a uma importante vitória contra o instável time do Santos; em Juiz de Fora, o América RN comprovou ser forte candidato ao descenço, pela incapacidade em reagir ao golaço de Jailton (?) para o Flamengo, no retorno do folclórico Obina como titular do time carioca; em Recife, revivendo a batalha dos Aflitos, o Grêmio encontrou muita facilidade para vencer um Nautico, que nem de longe lembra o competitivo time de dois anos atrás; em Florianópolis, o Figueirense deixou escapar mais dois pontos importantes contra o conturbado Corinthians, já sem a parceria, e que sofre elevada influência de sua instabilidade política, num time jovem; em São Paulo, o Palmeiras virou um jogo improvável em cima do Vasco; e em Porto Alegre, Alexandre Pato fez a diferença mais uma vez e deu a vitória para o Inter contra o Paraná, em uma partida enfadonha e modorrenta. Hoje, o Botafogo rumo à libertadores enfrenta o Juventude, que representa pouca ameaça, o Atlético MG faz um jogo com cara de empate contra o Fluminense, e o São Paulo recebe o Sport, que vem de vitória contra o Figueirense em Santa Catarina, sem seu ataque titular... E com Muricy Ramalho, que pena...

Coisas do futebol

Logo mais, no Cícero Pompeu de Toledo, o São Paulo defende a vice-liderança do campeonato brasileiro, em sua 14* rodada, contra o Sport Clube do Recife. A despeito do retorno do incrível Josué, o campeoníssimo tricolor do Morumbi entra em campo desfalcado e ameaçado pelas pataquadas do sr Muricy. Explica-se: não jogam hoje, pelos mais diversos motivos e os quais nem convém citar (além do que eu não sei quais são), o zagueiro Breno, os atacantes Aloísio e Dagoberto, e Leandro, que segue como dúvida até o momento dessa postagem... Dito isso, devo dizer que a intenção do treinador (?) Muricy é escalar Richarlyson (meu Deus...) como terceiro zagueiro, aproveitando a volta de seu volante titular, ao lado dos competentes André Dias e Miranda. Que Deus nos proteja... Claro que essa não é uma partida decisiva para o futuro de Muricy no comando do São Paulo, porém os pernambucanos mereçem respeito e ela pode alavancar a falta de prestígio dele e dar força para o nome de Abel Braga como seu substituto, caso não vença mais uma vez como mandante, o que não consegue desde o último dia 3, cinco rodadas atrás. Outro cúmulo do absurdo, refere-se ao quinto desfalque da equipe para hoje à noite, cujo motivo eu sei muito bem. O habilidoso lateral Ilsinho não está machucado, suspenso ou afastado, pelo contrário vive fase exuberante, e será substituido por Reasco, uma vez que esta na Ucrânia conhecendo seu futuro clube, o Shaktar Donetsky (onde jogam os brasileiros Elano, Jadson, Fernandinho e, até bem pouco tempo, Brandão e Matusálem); essa é a vida: permaneçem Richarlyson e Souza, enquanto Ilsinho vai embora... E o pior, é que antes um brasileiro sujeitava-se a uma proposta da Ucrânia, apenas pelo dinheiro, pois tinha consciência de que iria sumir para o futebol mundial e sucumbir com sua carreira; hoje, corre até o sério risco de ser convocado para Seleção, pelo menos enquanto o comandante for o "apitador de treino" Carlos Caetano Bledorn Verri, ou simplesmente Dunga.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

o primeiro blog a gente nunca esqueçe

Finalmente, chegou a hora do lançamento mundial do meu blog... Se antes não tinha tal ousadia, agora na faculdade, exercitar a escrita, a organização das idéias, a sustentação dos pontos de vista e, também, a argumentação, me levaram a criá-lo. Meu fanatismo futebolistico, me conduz por aqui também e a temática predominante, infelizmente, será essa... Penso que, deveria ser esse, um momento de alegria e de satisfação pessoal. No entanto, o sr Muricy Ramalho não me permite tal felicidade. Como é possível um técnico ser movido a quebras de tabus, contra ele próprio? Senão, vejamos: conseguiu a pior campanha do time em copas libertadores desde a era Telê; perdeu pela competição sulamericana no Morumbi depois de 19 anos de invencibilidade; perdeu em casa para um time carioca no brasileirão após 4 anos; mesmo período que não perdemos para o Corinthians... todavia, se esse tabu cair, será insustentável a permanência de Muricy... e olha que ele quase conseguiu tal façanha, empatando em pleno Morumbi, com dois jogadores a mais em campo. Concordo com o técnico sãopaulino que os meias Souza e Richarlyson já estavam no elenco quando ele foi contratado, que nenhum deles foi indicação sua, que os dois tem boa reputação pela participação no grupo tricampeão mundial no Japão em 2005, mas daí a escalá-los? E ainda por cima como titulares ou reservas imediatos? E pior, Richarlyson como opção para a lacuna irreparável, deixada pela saída do extraordinário Mineiro? Caríssimos, só sendo muito sãopaulino mesmo para aguentar tanto sofrimento. Enfim, seremos penta campeão brasileiros com ele ou sem ele, queira ele ou não.