Band Sports

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Os brasileiros "Verón" apenas um "tri-campeón" da Libertadores


Pois é.

Assim é a vida.

Muitos querem, alguns tentam, poucos conseguem.

Particularmente foi impossível torcer contra o Capitão América, contra o Queniano Luso-Brasileiro, contra o Gladiador Azul, ingrato, mas que ainda assim é sangue do meu sangue.

Vai ficar para próxima.
Aquilo que nem Tostão e Dirceu Lopes conseguiram.

Mas que Ceni já trouxe.

Como Verón atingiu ontem.

Ambos pra lá de trinta.

Ambos pra lá de gênios.

Ambos pra lá de satisfeitos com a camisa que vestem.

Porque usam por amor e vocação!

O que faltava para imortalizá-los.

Não falta mais...

terça-feira, 14 de julho de 2009

A mística da fidelidade


Em seu livro, às vésperas de completar 19 anos com a mesma camisa, Rogério Ceni expõe os valores que poderiam nortear a sempre prometida Reforma Política

O futebol, feito a arte, imita a vida. E às vezes, tanto um quanto o outro, são capazes de recriá-la; cada um ao seu modo. A sabedoria popular incorporou isso para si. E não foi a primeira, nem a será a última vez que essa constatação é feita. Em especial pela simplicidade e pelo alcance. O futebol, enquanto esporte de massa no Brasil, também é suficientemente capaz de ensinar a perder e a ganhar. Embora, por natureza, não esqueça os empates.

E o futebol, bem como a vida, é feito de pessoas. Juca Kfouri, talvez a maior referência viva em jornalismo esportivo, disse outro dia que “Rogério Ceni é um personagem com passado, presente e muito futuro”. E esse personagem, um dos sinônimos de futebol e, porque não, de esporte coletivo no País, que é o único pentacampeão mundial, reuniu em livro as histórias vividas sob a meta do único clube brasileiro três vezes campeão do mundo, o São Paulo Futebol Clube. Pelas mãos do jornalista André Plihal e pela memória do goleiro Rogério Ceni, 57 passagens foram compiladas nas 204 páginas de Maioridade Penal - 18 Anos de Histórias Inéditas da Marca da Cal Contadas por André Plihal (Panda Books, 1ª edição, R$ 35). Mais do que uma obra para são-paulinos, um título para quem quer entender a fase mais ‘revolucionária’ entre goleiros na história do futebol brasileiro. Numa posição que se pautou sempre por evitá-los, Rogério subverteu a função e foi fazer gols, tornou-se o maior artilheiro do São Paulo em Copas Libertadores com 10 gols; depois dele, goleiro que não sabe jogar com os pés passou a ser figura descartável. Talvez porque sempre tenha sido.

Mas a representatividade de Rogério Ceni, o maior ídolo e atleta que mais vestiu a camisa na história do São Paulo com 857 partidas (240 a mais que Valdir Peres, segundo na lista), pode ser mensurada nas palavras de um adversário. O corintiano Marcos Teles de Menezes, sócio-torcedor de um dos principais rivais do time paulista, o Sport Clube Corinthians Paulista, lembra que o goleiro “não é um jogador qualquer, porque ele é daqueles caras que faz você sentir inveja do teu rival”. Rogério, mesmo sem ser unanimidade, consegue ser “mais que um jogador, ele se torna a alma da equipe, o que nós [corintianos] sabemos reconhecer, mesmo sendo um adversário” afirma Menezes. E os famigerados números dão razão ao bravo torcedor. Ceni ganhou um mundial, um sul-americano e se tornou o primeiro capitão a erguer três vezes consecutivas o título nacional. O ‘goleiro’ já contabiliza 47 de falta e 36 de pênalti, absurdos 83 gols que o colocam nas páginas do Guinness Book como maior artilheiro da posição em toda a história.

Em Maioridade Penal - 18 Anos de Histórias Inéditas da Marca da Cal Contadas por André Plihal a dupla revela detalhes de histórias que ainda não haviam sido contadas, além de passagens engraçadas e marcantes de Rogério Ceni. Em fevereiro, o jogador renovou contrato com o São Paulo até 31 de dezembro de 2012; em sete de setembro, na Independência do Brasil, ele ultrapassa Pelé e completa 19 anos ininterruptos com a mesma camisa, atingindo o topo da lista no Brasil. Aos 36 anos, até hoje, metade da vida de Ceni foi dedicada ao clube do coração. Em janeiro, no seu aniversário, questionado sobre a relação com o emprego, o São Paulo, disse que “não trabalho aqui, mas vivo isso aqui”.

Numa realidade em que, por exemplo, 1176 atletas se transferiram do Brasil para o exterior em 2008, Ceni definitivamente é exceção. É exceção, pelo simples fato do Brasil ainda discutir uma reforma política na qual se enquadre a regulamentação do que se entende por infidelidade partidária. Como sempre se cobrou do goleiro do São Paulo, titular nos últimos doze anos, lealdade aos seus princípios, o mínimo seria esperado de um representante escolhido no povo, que ao menos, observasse a coerência no que diz respeito à camisa que veste, ao partido que vincula o próprio nome. Conforme assinala o professor de Ciência Política Sérgio Braga em seu artigo O estudante de pós-graduação em sociologia política da UFPR (Universidade Federal do Paraná) a “migração partidária é um dos principais fatores que contribuem para a fraqueza dos partidos brasileiros, por seu caráter fracamente institucionalizado, fragmentado e fisiológico”. Em certa altura, o professor ainda aponta como o “excesso de mudanças de partido por parte dos parlamentares” dificulta a definição ideológica dos partidos. Rogério não teria nada a temer diante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A instituição, aliás, define como exceções ao processo de infidelidade se a sigla pelo qual o político se elegeu fundir-se a outra, se o parlamentar deixa o partido para fundar uma nova legenda, diante de mudança substancial, na qualificação do TSE, na linha ideológica do partido, em situações onde se comprove perseguição interna ao “infiel”. A despeito dessas peculiaridades, o doutor em Ciência Política Emerson Urizzi Cervi não crê que a infidelidade partidária seja benéfica para o cenário político nacional. Nem o posicionamento do professor da Universidade Federal do Paraná e da Federal de Ponta Grossa pode ser maculado pelo coração irrefutavelmente são-paulino.

A mudança financeira, a simples indiferença ou sentimento de traição por parte do político, diante das alterações ideológico-partidárias da sigla são apontados por Cervi nas andanças do ‘elegíveis’. Rogério tem salário estimado em pelo menos 300 mil reais mensais, o maior de um atleta profissional no Brasil, além do que uma faixa recorrente em “sua casa”, nas arquibancadas do estádio do Morumbi, parece selar a relação e afastar qualquer resquício de traição: ‘todos tem goleiro; só nós tempos Rogério’. “Partidos sem identidade ou ideologia partidária, as chamadas legendas de aluguel, são particularmente significativos na infidelidade” adverte Cervi. O São Paulo se notabiliza entre os maiores clubes do Brasil por historicamente refutar qualquer natureza de parcerias com siglas privadas; seus maiores rivais preferem caminhos diferentes, feito o Corinthians, com a Hicks Muse e a MSI, e o Palmeiras, com a Parmalat e a Traffic.

“Parte do eleitorado não considera isso importante, na medida em que leva em conta outros aspectos na hora de decidir o voto” observa Cervi. Qualquer são-paulino reconsideraria seus paradigmas, caso visse Rogério Ceni adentrando o gramado do Morumbi, não trajando tricolor, mas vestindo alviverde ou alvinegro.

Ídolos: pra que?

Rogério Ceni foi protagonista de uma geração gloriosa do São Paulo. Com a faixa de capitão, conquistou o Estado, o País (três vezes consecutivas), o continente e o mundo. Nunca um goleiro havia marcado gol num Mundial da Fifa. Nunca até o advento de Ceni. Que não se contentou e acabou o torneio como melhor jogador da decisão e melhor jogador do torneio. Ganhou a Bola de Ouro e um carro da patrocinadora. Recusou o veículo e dividiu o valor correspondente entre os funcionários do clube: o massagista, a cozinheira, o zelador, o roupeiro e mais uma dúzia de gente que viu o rapaz entrar no Morumbi um moleque de 18 anos e sair um homem e pai de 36.

Antes de Ceni, nenhum jogador que não fosse de um clube europeu havia ficado entre os 50 finalistas do prêmio da revista France Football, referência no planeta quando o assunto é futebol. “Chega a ser intrigante o nível de perplexidade diante da imagem de uma pessoa que é tão igual a ela” pondera a professora de sociologia e antropologia Luciene Pazinato da Silva nesse aspecto, lembrando do fã diante do seu ‘Rogério Ceni’. Completando, ainda, que “há uma necessidade, inclusive, inerente a determinadas camadas sociais de ter um ídolo”.

O psicoterapeuta Jungano e professor de neuropsicologia Tito Lívio Ferreira Vieira repassa como essa é uma característica essencialmente ligada ao jovem. “Embora não seja exclusiva deles, há uma tendência muito grande na sociabilidade e em se ver representado”. Na alusão às figuras que não sejam exemplos de conduta social, o psicoterapeuta explica que “os jovens passam a ter uma identificação com o ídolo, a partir disso advém a imitação, ainda que inconsciente, e em casos de transgressores e de maus exemplos, arrebata correligionários problemáticos na mesma intensidade”.

“A imagem do político enquanto ídolo fica muito mais forte durante as campanhas” responde Luciene, e que essa medida pode definir, mesmo, o resultado nas urnas; a expectativa criada nesses períodos, aliás, define muito bem a relação com o ídolo para a professora. Vieira vai além e avalia que “todos nós, seres humanos, naturalmente a partir do nosso inconsciente coletivo, temos a tendência de produzir mitos. A alma, a psique, tem uma natureza mito-poética”. O especialista vale-se da teoria para confirmar a extemporaneidade dessa figura mítica. “Carl Jung assinala que é uma necessidade, e o mito do herói não será manifestado em todas as pessoas, nem todo tempo, e sim em determinados momentos” define.

Ronaldo declarou para Juca Kfouri, Clóvis Rossi, Mônica Bergamo e Xico Sá, em sabatina da Folha de São Paulo outro dia, que “o brasileiro é tão carente de ídolos e heróis que o futebol preenche isso para o povo”. O único jogador na história a ser eleito três vezes pela Fifa o melhor do planeta e o ser humano com mais gols em Copas do Mundo deve ter alguma idéia do que está falando. Ainda que não tenha ficado 19 anos ininterruptos em nenhum clube, e tenha sido infiel em duas das maiores ‘capitais’ do futebol do planeta: em Milão, deixou a Internazionale para mais tarde se transferir ao Milan; e na Espanha, da Catalunha para Madrid, na maior rivalidade interclubes do mundo, saindo do Barcelona para defender as cores brancas do Real.

Após dois gols no Morumbi, a constatação: caráter, ou se tem ou não se tem...


não houveram pênaltis no Morumbi, no clássico que reuniu uma dezena de campeonatos brasileiros, taça de bolinhas e essas coisinhas
pelo menos não dentro da área
Miranda foi derrubado sob a linha, e embora justifique a infração, tecnicamente, sob a linha é fora da área...
não há um São Paulo sem Ceni, definitiva e infelizmente
menos pela falha de Dênis, em quem acredito nascer um substituto aceitável, mais pela organização falha do time e do grupo
como sãopaulino não aceito um herdeiro para Rogério que não um feito no CT da Barra Funda
se bem que como metido a goleiro nas horas vagas, não reputo aquilo como erro, mas como um acidente, acontece
erraram, feio, na rodada décima do brasileiro, o Douglas e o ótimo Andrey, não o Dênis
Miranda brilha sozinho, e a decadência técnica dos expoentes é deprimente, preocupante, lastimável
Zé Luis tem sido menos eficiente que o costume do lado; não há até o momento alguém pela direita da zaga, para que André Dias fixe-se na sobra onde sobra; não há perspectivas aparentes pelo lado esquerdo; Jean perdeu em segurança; Jorge Wagner em eficiência; Hugo, lamentavelmente, mantém a instabilidade inerente ao seu pouco futebol; e Hernanes é um caso absolutamente sem explicação, o problema não parece técnico, nem físico, nem das quatro linhas... parece estar além da compreensão da comissão técnica, da ciência e da química do futebol, do próprio atleta.
há um ano as coisas estavam nessa linha, com a diferença de que o comandante tinha mais tempo de casa, o que no frigir dos ovos pode ser uma diferença
embora, há um ano, a fase aparentasse ser menos pior (sic) e a sorte menos distante
honestamente, o retorno de Ceni pode ser a última esperança, a única que morre...



* Adriano não comemorou o gol, mostrou respeito, gratidão e honra. Pode ser uma bobagem, mas é uma escancarada demonstração de caráter. Nossa sociedade, em regra, reputa isso como bobagem.

sábado, 14 de março de 2009

Ótimo negócio

O trecho foi colado do blog Olhar Crônico Esportivo. Não seria sequer necessário um estudo para atentar à certas coisas; e me reservo ao direito de ficar calado. Me parece mais prudente ouvir (ou ler) Emerson Gonçalves:

Preferência de compra
A mesma empresa responsável pela pesquisa sobre rejeição e lembrança de marcas, a TNS, também elaborou um trabalho sobre a preferência de compras de aparelhos de telefones celulares entre os torcedores de futebol.
No decorrer de 2008, a pergunta “Qual a marca do seu telefone celular?” foi feita a 20.044 torcedores em todo o Brasil.
O resultado mais interessante mostrou que 19,3% dos torcedores são-paulinos compraram aparelhos LG, contra 13,9% da média das outras torcidas, uma margem de quase 40% a mais na preferência de compra pela marca.
Para Cesar Gualdani, diretor da TNS brasileira, esse número mostra que a empresa conseguiu entrar no coração dos são-paulinos e transformou essa ligação em vendas. Para ele, temos aqui uma demonstração efetiva e não somente empírica do resultado do investimento em marketing esportivo.
A LG patrocina o São Paulo desde 2001 e a princípio seu maior interesse era que o patrocínio auxiliasse na construção da marca junto ao consumidor brasileiro. Esse objetivo foi plenamente alcançado, como se pode ver na pesquisa sobre lembrança de marcas. Nela, a empresa coreana aparece em 9º lugar entre as mais lembradas pelos torcedores quando tiveram tempo para pensar e citar 5 empresas. Como primeira resposta dos torcedores, ela foi a 6ª mais mencionada, com 2,04% de citações. Embora possam parecer pequenos, são números excelentes, de fazer qualquer diretor de marketing sorrir de orelha a orelha, pois comprovam o acerto de toda uma política de comunicação mercadológica.

segunda-feira, 9 de março de 2009

São Paulo anuncia filme com a história do hexacampeonato brasileiro

da Folha Online
O São Paulo anunciou nesta segunda-feira uma parceria com a G7 Cinema para a produção do longa-metragem "Soberano - Seis Vezes São Paulo". O filme contará a história dos seis títulos brasileiros obtidos pelo time do Morumbi sob a ótica do torcedor.
"O longa é fruto de um sonho não só pela sua representação para o São Paulo, mas por exaltar a arte no futebol. Desta forma, nos unimos com a G7 e juntos anunciamos esse grande projeto que começa agora, embora esteja projetado desde anos atrás", afirmou o vice-presidente de comunicação e marketing são-paulino, Júlio Casares.
No filme, as seis conquistas serão relatadas como pano de fundo para histórias de vida dos torcedores. Jogadores e outras personalidades ligadas à história do clube também aparecerão no documentário.
A direção de "Soberano - Seis Vezes São Paulo" será de Carlos Nader, enquanto Maurício Arruda, indicado ao Oscar em 2001 pelo curta-metragem "Uma História de Futebol", será o responsável pelo roteiro. A trilha sonora ficará a cargo de Nando Reis.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Mais do mesmo




A International Board é a entidade que define as regras do futebol. E resolveu hoje que o uso de dois árbitros assistentes, além dos que já existem, serão colocados em período de testes. E teste é aquela coisa: tem 50% de chance de virar lei... Seu papel será óbvio: atrás dos gols, ajudar o árbitro central a marcar gols duvidosos, saídas de bola em geral e marcações dentro da área. Já ouvi alguns críticos de plantão que não iriam mais parar de marcar pênaltis. Duas coisas. A regra tem que ser cumprida à risca. Se houverem quinze pênaltis no jogo, os quinze devem ser assinalados. E convenhamos... O jogador sabendo que alguém de poderes quase iguais ao do juíz principal, ali do lado dele, olhando para ele, cria uma consciência coletiva; e todo jogador vai pensar pelo menos uma vez antes de cometer uma infração, a analogia é imediata, não tem erro. Ainda assim, não é das coisas que mais me agradem, acho que é uma medida exagerada. Uma das coisas que levam a FIFA, em especial, estabelecer um período de teste é o fato de que mais assistentes significa mais gastos com arbitragem, o que as entidades ainda são reticentes em fazer com mais afinco.
A proposta foi concebida pelo atual presidente da UEFA, Michael Platini, uma saída viável à tecnologia dos replays, o que é justo e de bom senso. Os testes, a primeira vista, passam a ser considerados pois agora serão feitas em algum torneio profissional, depois já terem admitidas nas Eliminatórias sub-19 da Eurocopa. A proposta assinala que em 2011, potencialmente, seja colocada em prática em alguma liga européia; as federações francesa e italiana, curiosamente, já se prontificaram a emprestar seus campeonatos nacionais para usar como cobaia. Acho difícil que a medida saia logo de cara em torneio de tanto prestígio no Velho Continente.
Nas partidas decisivas da Taça Guanabara, no Rio de Janeiro, esse ano, o árbitro assistente atrás dos gols foi usado, com uniforme da federação e tudo mais. Medida ilegal. Enquanto a FIFA não estabelece o período de teste, que deve ter ainda o campeonato indicado, usar esse tipo de profissional abre um precedente preocupante. O caso pode parar no arbitral da Federação Internacional e o campeonato suspenso, e os problemas estariam apenas no começo. Convém não arriscar. O que também não se arriscaram, foi de continuar impedindo os treinadores de permanecer indefinidamente na área técnica. Daqui pra frente, desde que com comportamento responsável, o técnico pode assistir a partida em pé. E isso alegra em especial os profissionais brasileiros, que se sentiam boicotados em seus trabalhos aqui no Brasil. No fringir dos ovos, o que acontece de fato é a institucionalização da bandalheira, para que os técnicos "apareçam" ainda mais na companhia. Roberto Pompeu de Toledo faz uma analogia interessantíssima nesse sentido no Ensaio O carnavalesco, o técnico e o marqueteiro
A quarta substituição em partidas com prorrogação ficou para outra hora, a própria FIFA vai viabiliza-la aos poucos depois. A priori, não tem como fugir dela em tempos de aquecimento global e coisas do gênero. A proposta da Federação Irlandesa, de que um jogador fosse expulso temporariamente e retornasse ao jogo depois de um tempo, também não passou. Essa aliás, era tão confusa, que na gênese esse cartão era azul. E inventaram de chamá-lo de laranja... Aí não vai passar mesmo!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Boas férias!!!!


Poucos são-paulinos são tão lúcidos quanto Pedro Henrique de Bueno. Ler seus apontamentos no blog Tricampeão mundial, que também são reproduzidos vez ou outra no diário Lance, sempre me deram a certeza de que não era voz isolada em relação a visão crítica do trabalho do treinador Muricy Ramalho, chamado de Muricerguson por PHB (Ferguson é referência ao treinador do Manchester United campeão do mundo e da Europa, que há mais de 20 anos dirige o mesmo clube; com a renovação, Muricy deve completar cinco anos sem trocar de time até o fim de 2010).
Ninguém contesta alguém que ganha três campeonatos brasileiros consecutivos, sendo o principal protagonista no terceiro. Mas qualquer um, com o mínimo de consciência futebolística, nota os problemas que os times escalados pelo técnico ainda possuem, mesmo com a manutenção do elenco, melhorias na base e um trabalho que se estende por quase três anos e meio.
Escreve melhor Pedro Henrique de Bueno...
Aqui é FUTEBOL, meu filho!!!
postado por Tricampeão mundial
Caros tricolores, tricampeões mundiais, estamos investindo nos esportes amadores. Muricerguson já falou que a marcação do time deveria ser igual ado basquete. Vai ver é por isso que insiste no pivô.Agora, fala em jogar como um lutador de boxe: bater até o adversário cair!E quando este técnico vai entender que isso é futebol?!Não parece, mas é. Apesar dos alas que jogam com um sensor na perna. Chegam à intermediária, param! Ou cruzam, ou tocam para trás.Toda Libertadores é isso. Vem o rei do morre-morre e transforma o time num monte de robôs. Ano passado, a culpa dos cruzamentos era do Adriano. E agora, é de quem?!Ainda bem que foram poupados contra os gambás, né, Muricerguson?! Por isso puderam jogar esse futebol exuberante... Você deveria comparar o futebol com o triatlo brasileiro. Afinal, todo ano, na Libertadores, você nada, nada, nada... E morre-morre na praia!Reitero o pedido: tire férias até julho! Bom descanso!
19/02/2009 14:53

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O auge de Muricy


Muricy Ramalho foi entrevistado pelo site da FIFA e o material é um dos principais destaques na página inicial do FIFA.com

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

ROGÉRIO CENI RENOVOU!!!!!!!!!


Estou às lágrimas... Copiosamente! Um choro de felicidade e contentamento; a notícia é do Blog do Birner - segue a íntegra


Rogério Ceni renova contrato com o São Paulo
3 Fev
De primeira
De Vitor Birner
O mito do São Paulo, aos 36 anos, renovou contrato com o São Paulo até 31 de dezembro de 2012.
O antigo acordo acabava na metade de 2010.
As bases salarias não mudaram.
O goleiro que cogita morar nos EUA e não descartava fazer a mudança ainda como profissional de futebol, agora deverá ficar.
Tenho duas impressões:
Enquanto a atual diretoria estiver no poder, o time se classificar para disputar a Libertadores e Rogério conseguir atuar em alto nível, ele ficará no Morumbi
A outra é de que Juvenal Juvêncio se lembrou do amigo e parceiro, o saudoso presidente Marcelo Portugal Gouveia, responsável pelo choro do goleiro na renovação anterior;
Contei a história num post antigo.
O link para quem não leu e deseja saber a história é
http://blogdobirner.net/2008/12/01/marcelo-portugal-gouveia-e-rogerio-ceni/
Escrito por Vitor Birner às 22:12


Não consigo escrever mais nada. Poucas vezes senti isso na vida... Meu coração bate mais ou menos como no ínicio da madrugada de 15 de julho de 2005, logo depois da noite mais feliz de minha existência

São Paulo estréia contra o Independiente Medellín na Copa Libertadores



Na quarta-feira, próximo dia 18, às 21h50, no Morumbi, o São Paulo começa sua luta rumo ao Tetra campeonato da Libertadores, a prioridade em 2009. Agora a pouco, o clube de Medellín empatou sem gols com os uruguaios do Peñarol, no estádio Centenário em Montevidéu. O time local precisava vencer por cinco gols de diferença, sem levá-los, para ficar com a vaga. Caso o Independiente balançasse a rede do arqueiro Cavallero, o Peñarol iria precisar fazer, no mínimo, seis gols. Não deu.

O cenário foi resultado da goleada imposta pelos visitantes, em sua casa, no estádio Atanásio Girardot, na Colômbia. O time do Uruguai até teve mais volume de jogo nessa noite, acertou mais o gol do paraguaio Bobadilla, que fez boa quantidade de defesas, como de praxe também na seleção paraguaia. O treinador mostrou coragem ao escalar quatro atacantes de ofício desde o início. Não achou o gol, mas Pacheco e Bueno mostraram ser incisivos e estiveram sempre por trás das principais ações ofensivas. Antes dos vintes minutos do tempo final, a entrada de Correa significou que eram cinco atacantes contra os dois zagueiros do Independiente. Em vão.

Surpreendeu como o paraguaio Carlos Torres marcou singelas 21 faltas em toda a partida, média de futebol europeu. Faltando menos de quinze minutos para o tempo final, Santiago Escobar começou a trocar seus jogadores e segurou o jogo com três substituições. Vai estar no grupo 4 da Libertadores, ao lado dos compatriotas do América de Cali e dos uruguaios do Defensor Sporting.

Particularmente, preferia enfrentar o Peñarol na primeira fase. Além de evitar duas viagens até a Colômbia, significaria enfrentar um adversário menos qualificado, no mínimo mais fraco. O Peñarol, além de sofrer com a derrocada do futebol de seu país, é o mesmo time que tomou de quatro do Atlético MG, no Centenário, no Torneio de Verão no último mês. O mesmo Atlético que conseguiu dois míseros pontos nas duas primeiras rodadas do campeonato mineiro, mesmo enfrentando os desprezíveis América e Tupi... O time de Medellín é a perigosa equipe, que além da distância à seu favor, conta com, feito a referência anterior, o goleiro do Paraguai Aldo Bobadilla, Calle, o zagueiro atual campeão da Libertadores, contratado junto à LDU, os bons atacantes Arias e Martinez, esse um colombiano de passadas longas, habilidade e bom no jogo aéreo, além do volante Restrepo, de passagens pela seleção da Colômbia. O Independiente é ainda o vice-campeão da Copa Mustang colombiana, e só está em desvantagem perante o Peñarol no diz respeito à experiência em Libertadores, já que os uruguaios já jogaram quase 4o Copas, e está entre os três clubes que mais venceu jogos e mais marcou gols no histórico da competição. Isso aliás, não quer dizer muita coisa, na medida em que não serviu no confronto direto. E enquanto o Independiente disputou uma semi-final em 2003, coisa que o Peñarol não faz desde 1987, quando aliás ganhou a sua quinta e última Libertadores. A próposito, o futebol uruguaio não vai a uma semi-final desde 1989, quando o Danúbio perdeu, curiosamente, a vaga na final para os colombianos do Atlético Nacional, campeões naquele ano, com Higuita, Escobar, Usuriaga, e o técnico Francisco Maturana, os primeiros na Colômbia a chegar ao topo da América.

Contra times da Colômbia, o São Paulo soma duas vitórias, mais três empates, e apenas uma derrota; fora os três gols sofridos, marcou sete. Os confrontos mais marcantes, que infelizmente coincidem com as páginas mais tristes de nossa história, são os dois jogos da semi-final de 2004, contra o Once Caldas. Depois de um empate sem gols no Morumbi, uma derrota por 2 a 1 adiou o sonho do tri, no retorno à Libertadores após uma década. E em 1974, ano de nossa primeira decisão, na fase semi-final, um empate sem gols e uma goleada por 4 a 0 no Morumbi, com direito a gol do genial Pedro Rocha.

Cuenca também vai à fase de grupos da Libertadores

No outro jogo dessa terça-feira, no Equador, o Deportivo Cuenca precisava de três gols de diferença contra o Deportivo Anzoategui da Venezuela, sem sofrê-los, para ficar com a vaga no grupo do Boca, Guarany e Táchira. Pereira, com dois, e Villalba garantiram o impossível aos equatorianos.

Nessa quarta, o Estudiantes recebe o Sporting Cristal em La Plata, Potosí tenta o improvável contra o Palmeiras na Bolívia, e o Universidad de Santiago vai ao México enfrentar o Pachuca. Todas as partidas são jogos de volta.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

São Paulo lidera no site da FIFA

O FIFA.com pergunta a seus visitantes: Qual desses campeões da Copa Libertadores é o melhor? Alguma dúvida de quem está vencendo a enquete? Confere e vota lá!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Borges e Washington juntos? Acho que não...


Não falo apenas pelo jogo de Campinas, mas não acredito em Borges e Washington juntos; a não ser com muito treinamento e entrosamento.

Me parece que o Muricy não vai ter, nem precisa ter essa paciência; antes não haviam opções, a última temporada foi sofrível depois da venda de Aloísio, nas devidas proporções (é evidente), no entanto hoje elas existem.
Borges perde muita função quando não fica na entrada da área para servir de pivô, e ainda falta explosão para seus dribles pelo lado campo; Washington e Borges tem qualidade na finalização dentro da área, se equivalem muito, mas é um desperdício sem tamanho que qualquer um deles abandone a área.
O Borges também é bom de cabeça, que é na dúvida o melhor fundamento de Washington. Em linhas gerais, entretanto o dono da camisa 17 já deu mostras que seu futebol não é extamente feito para o estilo da Libertadores, a verdadeira ambição tricolor, ao contrário de Washington, com eficiência comprovada no torneio sul-americano da última temporada - isso deve definir algumas coisas...
A situação atual é semelhante com o caso do Adriano, contratado por empréstimo de seis meses junto ao Internazionale de Milão no primeiro semestre de 2008; e naquela época Borges era a última opção, e fato é que foi a melhor dupla para o Imperador; mas, Dagoberto e Washington, e também não falo apenas do jogo de Campinas, se dão muito melhor juntos, o futebol deles se encaixa com primazia!
Em suma, não acreditava nem um pouco que a dupla Hernanes e Richarlyson pudesse resolver a lacuna deixada por Mineiro e Josué, por exemplo. Muricy calou a boca de muita gente no Morumbi, foi bi-campeão do Brasil com os dois no meio-campo, levou os dois para a seleção do campeonato e os dois para o time de Dunga. Convém respeitar suas opções...

Colombianos mais próximos (muito mais próximos!) do grupo do São Paulo na Libertadores

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Cada seleção tem o técnico que merece!



Mauro Beting, um dos três mais brilhantes jornalistas esportivos que eu conheço, escreveu "ponte-aérea São Paulo-Washington" depois da boa vitória no clássico de domingo: dois gols na estréia também é brilhante! Escreveu, além disso, que se ele fosse Amauri "quando sair o passaporte italiano, bato à porta do vestiário de Marcello Lippi e peço uma camisa no ataque azzurro". Esperava-se que Dunga chamasse o quase ítalo-brasileiro para enfrentar justamente a Itália, no estádio do Arsenal.


Se eu fosse Amauri, além de uma conta bancaria quilometricamente maior, continuaria fazendo meus gols na Juventus; não aceito nenhum argumento de jogador que se naturaliza, isso não passa de deserção. Em suma, Dunga não chamar Amauri é muita falta de coerência; acho o Adriano trezentas vezes mais jogador, tem passagem pelo Tri-Campeão do mundo e pelo Hexa-Campeão do Brasil, isso basta, não importa o rótulo de Bad-Boy; contudo, ninguém me tira da cabeça que seleção é momento, e é o momento do Amauri há pelo menos uma temporada - de resto, no ataque sem ressalvas (Bad-Boy por Bad-Boy, Serginho Chulapa também foi e isso não o impediu de fazer 232 gols com a camisa do São Paulo, o maior artilheiro na história).


Dunga poderia ter deixado Anderson e Thiago Silva em seus clubes, um se recupera de lesão e o outro não deve jogar até o próximo dia 10, mas se preferiu poupar a falta de ritmo e o início de temporada dos selecionáveis aqui do Brasil, o mesmo não se aplicou à eles.


Não, Doni não pode ser chamado! Júlio Cesar eu aceito, mas trocar o goleiro da Roma por Diego Alves não justifica-se; até o Rubinho é mais goleiro que ele, o reserva dele, o Artur é mais goleiro, talvez o Júlio Sergio, o terceiro goleiro e campeão brasileiro com o Santos em 2002 - titular na ausência de Fábio Costa - , seja mais jogador!


Adriano Correa, na lateral esquerda, é das melhores opções, contudo seria necessário repensar, não é assim que ele joga no Sevilla. No entanto, esperar o que de quem já convocou Richarlyson nessa posição... e ainda botou de titular?!?!?! Lamentavelmente é muita incogruência junta; nomes como o dos laterais brasileiros da Internazionale e do Deportivo Lã-Coruña seriam cirúrgicos (será que o Juvenal já esqueceu do segundo, o Felipe - está alguns anos-luz na frente do Júnior César).


Maicon foi meu voto para a seleção da Europa, no site da UEFA, mas ainda penso em chances para Rafinha e Ilsinho, não creio que jogador desaprenda a jogar futebol. E por falar em laterais, até a FIFA se preocupa com a indefinição a respeito dos sucessores de Cafu e Roberto Carlos. Uma matéria em seu site revela a situação e o cenário que se acentou nos últimos dois anos.


Não tenho visto os clubes portugueses desde o fim das Copas Européias; será mesmo que Luisão é mais nome que o irmão, ainda que Alex Silva venha jogando no meio na Alemanha, ou que o próprio Alex - esse tem jogado pouco no Chelsea, mas Thiago não vai ir além de Milanelo até pisar no Emirates e ainda assim está na lista.


Sinceramente, Mineiro (que saudade!) sem ritmo é mais jogador que o decadente Gilberto Silva, ao menos na seleção - já que Dunga apela com Felipe Melo, até o Mattos que joga com o Gilberto deve ter mais condições, não duvido que Jadson, Fernandinho, Willian, ou qualquer outro cabeça-de-bagre do Shaktar, também, poderiam ser melhor aproveitados. No frigir do ovos, usar a maioria de jogadores advindos do futebol italiano é uma boa maneira de montar um time para enfrentar os tetra-campeões mundiais.


Ainda assim, depois de não fazer gols na Colômbia ou na Bolívia, em casa pelas Eliminatórias, nada justifica a manutenção de um anão da Branca de neve à frente do nosso selecionado. Mas, aproveitando a passagem por aqui, depois do jogo contra Portuguesa, e dos poucos minutos contra o Ituano, à primeira vista Arouca veio para ser armador, mais ou menos nos moldes de Hernanes, e não duvido que lado a lado teremos muito a ganhar. Mas se Jean ficar fora da Libertadores por nunca ter jogado uma, mando parar o ônibus para eu descer. Pelo amor de Deus, aí o Muricy tem que mudar de esporte!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ceni bate falta como ele; mas ele defende como Ceni?

Honestamente não gosto do Cristiano Ronaldo por seu comportamento omisso em decisão; com a exceção da sua singela atuação na final contra a LDU, não houveram outras partidas decisivas em que ele pudesse ser apontado como único ou direto responsável. Creio que o melhor parâmetro para o jogador levar o prêmio é o que fez Kaká em 2007; não havia como o Milan respirar sem Kaká, não teria avançado sequer da fase de grupos na Liga, tamanha a dependência. Acho que isso faz um jogador merecer ser eleito, a sua capacidade de mudar o rumo das coisas; Marta faz isso com um futebol condenado à inércia da CBF na seleção. E por falar em seleção, qual a representatividade de Ronaldo para Portugal; foi um fracasso quando ainda não tinha responsabilidades na Euro 2004, em casa, e não resolveu quando dele se esparava tudo, na Copa 2006 e na Euro 2008. Qualquer um dos outros que concorreram com Cristiano fazem mais por suas seleções, inclusive Kaká, que há despeito da derrocada na Alemanha com o time de Parreira, em que sua condição clínica também foi determinante, é nossa principal referência e esperança, genial na Copa da Confederações em 2005, por exemplo. No Manchester, Van der Sar, Giggs, Anderson, Rooney são mais responsáveis pelas conquistas, por seus desempenhos decisivos quando é preciso decidir, do que o "melhor do mundo". Seus lances mágicos se limitam aos confrontos contra o segundo escalão inglês, não quando é preciso fazer algo de diferente. Vamos analizar os votos dos principais técnicos e capitães do planeta: uma minoria votos em Cristiano. O Ronaldo português foi eleito graças aos votos de um bando de pobres coitados da periferia da Ásia, África, América Central e Oceania, exatamente o nível de gente que em uníssono querem ver longe do Mundial de Clubes da própria FIFA. Pra dizer bem a verdade, prêmio de melhor do mundo não poderia deixar ressalvas, como mesmo gente entendida por aí afirmar ser o "menos pior em 2008"; se não houve realmente consenso, sou partidário de que o prêmio ficasse encostado. Me parece, que há outras coisas no futebol além do resultado...
Rogério Ceni não é só mais jogador do que Cristiano. Rogério é mais decisivo, é mais versátil, enfim, é melhor!

O Time em 2009

Acho prudente manter os três zagueiros; primeiro porque já há uma base formada e segundo, para tirar proveito dos bons alas que foram contratados. Se Rodrigo não voltar para Ucrânia, fica a zaga "invencível" de 2008. Sem ele, se não chegar nenhum outro atleta da posição, Zé Luís resolve lá trás e ainda dá uma força na saída de bola; Renato Silva será um bom reserva, feito foram Juninho e Anderson. Com Wágner Diniz e Júnior César nas laterais, ainda acho que Jorge Wágner pode ser aproveitado no meio, em detrimento de Hugo, que jogaria na falta do ex-jogador do Fluminense. Se Hernanes não for negociado, a dupla com Jean não se altera, sendo possível uma boa variação entre os camisas 15 e 7, ora um saindo, ora outro cobrindo o meio pela esquerda. Washington chega na mesma condição de Adriano, para ser titular. E feito o atacante da Internazionale, a um passo de perder a posição para o matador Borges. No gol, o eterno titular e capitão do TRI Rogério Ceni, que só não joga quando quiser.Não há dúvida que agora existem boas opções para as laterias, ainda que o esquema com apenas dois zagueiros continue sendo temeroso; são vastas as possibilidades de variar o uso de volantes e enquanto não chegar o meia-armador, vai ser possível se virar melhor sem ele nessa temporada. Contra os pequenos no Morumbi ou precisando de um resultado na Libertadores, dá até pra jogar com três atacantes. Bola aérea: agora, com ainda melhores opções, Jorge vai disparar ainda mais na média de assistências; jogar sem ele contra as retrancas sul-americanas será um suplício!!! Até segunda ordem, os TETRAS vêm aí!!!!