Band Sports

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Adeus


Após a derrota para os pobres Millonários da Colômbia, restou apenas o Penta do Brasil para o tricolor do Morumbi, de Dagoberto; título será garantido contra o AméricaRN, às 21h45 do último dia do mês. Sãopaulino prepare-se: a Globo vai transmitir Flamengo e Corinthians... ainda dá tempo de assinar o Pay-per-view e curtir pelo Sportv (ver o "timinho" é dose pra leão).

foi bem...

Robinho brilhou e levou o Real Madrid para a liderança do grupo C da UEFA Champions League...

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

América, trigésima quarta rodada, Cícero Pompeu de Toledo

Ainda não há data definida, ainda falta saber o horário (não ficaria surpreso se a Globo marcar o jogo para às 21h50 do próximo dia 31), mas local e adversário já são conhecidos... Na 34ª rodada do atual Brasileirão, contra o rebaixado América-RN (feito brilhante: rebaixamento com sete rodadas de antecipação, histórico...), no Morumbi, em São Paulo. Desse dia não passa... Quando o árbitro apontar o centro do gramado, pedir a bola e assoprar seu instrumento de trabalho na tal partida, o mundo ficará conhecendo o primeiro, e legitimo, penta-campeão do Brasil. E do jeito que as coisas vão, com casa cheia, cheia não, lotada, abarrotada, com goleada e com gol do mito Rogério Ceni. É inevitável. Feito o amanhecer de um novo dia.

É evidente, contudo, que parte disso tudo passa por um pequeno detalhe, quase insignificante, mas que deve ser lembrado. Para ser campeão daqui a três rodadas contra o América, vai ser preciso, impreterívelmente, ganhar do Cruzeiro, domingo, no Morumbi, às 4 da tarde, já no enfadonho horário da primavera. Em outros tempos, nem tão distantes, uma tarefa simples, mas que hoje requer alguns cuidados. Está muito claro que o São Paulo vive seu momento mais crítico desde a derrocada na Libertadores, e portanto vencer os mineiros depende de circunstâncias que suplantam a minha mera vontade. Contudo, mesmo a situação sendo critica, vale a pena lembrar que a volta por cima, após a eliminação para o Grêmio no torneio intercontinental, veio justamente sobre o Cruzeiro, com uma vitória em pleno Mineirão e com direito a golaço do garoto Hernanes, durantes as disputas do primeiro turno desse Brasileirão, agora às portas do memorial do Morumbi.

Se no duelo contra a Raposa de Belo Horizonte, Rogério Ceni e Dagoberto são retornos praticamente certos, é mais fácil o Corinthians ganhar uma Libertadores do que Rogério não entrar em campo no próximo final de semana, Aloísio é um desfalque irrevogável; isso, ainda resquício da pelada do Maracanã, onde se viu um arbitro absolutamente... faltam adjetivos para qualificá-lo. Segundo Muricy Ramalho, ele estava com extrema má vontade; antes fosse Muricy. O senhor Ricardo Ribeiro (onde já se viu árbitro de futebol com apenas um sobrenome, não existe) beirou o patético. Não bastasse a qualidade exígua, o sujeito é de Minas Gerais: o único time ainda com chances, tão remotas quanto as possibilidades de frear as consequencias do aquecimento global, de tomar a quinta estrela do Tricolor é daquele estado, e as ligações são obvias; tão lamentável quanto tipicamente nacional, a mais clara lição do futebol no País: fraucatuas antes de qualquer artifício licito...

O tal juiz, conseguiu ignorar um penâlti clamoroso sobre o atacante Aloísio, puni-lo no mesmo lance com um cartão amarelo e, posteriormente, ainda expulsá-lo em jogada, minimamente discutível, com o segundo cartão amarelo. Como desgraça pouca é bobagem, ele ainda inventou um penâlti desgraçado contra o São Paulo e favorável ao Cruzeiro, mas que os deuses do futebol trataram de intervir, pela justiça evidente. Aqui, entram dois aspectos que precisam ser ressaltados. O São Paulo entrou em campo com oito desfalques efetivos, e mesmo o terceiro goleiro do time, foi capaz de segurar uma penalidade, ainda que enfrentando 40 mil torcedores; também, foram necessários apenas 15 minutos de bom futebol do time no início do segundo tempo, para que o São Paulo saísse com um injusto empate, que por um detalhe não virou vitória: a intervenção nefasta da arbitragem. Considerando tais aspectos, evidentes a olho nu, chega-se a conclusão da superioridade do time do Morumbi e do quão merecida é a conquista do título.

Em vencendo o Cruzeiro no próximo domingo, o São Paulo chega aos 67 pontos e abre 14 para o time azul, faltando apenas seis rodadas para o crepúsculo do torneio. Assim, mesmo a equipe comandada por Durival Júnior vencendo todas as demais partidas, alcançaria 71 pontos e para o São Paulo seriam necessários, apenas, 4 pontos para garantir o Penta: um contra o Sport, na Ilha do Retiro, pela 33ª rodada, e três frente o América, na seguinte, no Morumbi... Então, chegou a hora da decisão, e disso, Rogério Ceni e cia entendem perfeitamente...

Lembro, ainda, que existem possibilidades plausíveis da taça chegar para o Tricolor, já no dia 28, contra o Sport em Recife; confira: http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/Sao_Paulo/0,,MUL149904-4286,00.html

sábado, 13 de outubro de 2007

Os melhores clubes do mundo

A Federação Internacional de História e Estatística (IFHHS - http://www.iffhs.de/) é das mais respeitadas instituições de história e estatística no planeta. Ela divulga, mensalmente, um ranking com os melhores clubes do mundo; baseia-se, é verdade, em obscuras pontuações, difíceis para a compreensão de qualquer mortal... Inclusive para um doente como eu. Confira, então, o ranking do presente mês:
  1. Sevilla ESPANHA
  2. Colo-Colo CHILE
  3. Santos BRASIL
  4. Boca Juniors ARGENTINA
  5. Chelsea INGLATERRA
  6. Manchester United INGLATERRA
  7. Milan ITÁLIA
  8. Roma ITÁLIA
  9. Internazionale ITÁLIA
  10. Liverpool INGLATERRA
  11. Werder Bremen ALEMANHA
  12. São Paulo BRASIL
  13. Espanyol ESPANHA
  14. Glasgow Rangers ESCÓCIA
  15. Barcelona ESPANHA
  16. Blackburn INGLATERRA
  17. Shakhtar Donetsk UCRÂNIA
  18. Tottenham INGLATERRA
  19. Libertad PARAGUAI
  20. América MÉXICO

Não é meu objetivo colocar em dúvida a isenção do ranking ou da IFHHS. No entanto , algumas considerações são necessárias: o Colo-Colo do Chile vive realmente uma grande fase, mas é o segundo melhor clube do mundo? Melhor até que o campeão da Libertadores? E o Santos... 12 pontos atrás do São Paulo no campeonato brasileiro e mesmo assim 9 posições na frente. E o Cruzeiro, vice-líder? Encontra-se em 123º, ao lado do incrível MSK Zilina da Eslováquia, atrás do Atlético Paranaense (105º), Vasco (83º), Figueirense (68º), Fluminense (67º), Botafogo (51º), Paraná (50º), Internacional (36º), Flamengo (34º) e do Grêmio (30º), sob qual critério? O Milan da Itália é o atual campeão europeu e mesmo assim está atrás de 3 clubes do continente... E o Real Madrid da Espanha (27º)? É mesmo pior que o Defensor do Uruguai (26º), que o Alkmaar da Holanda (24º) ou que o Pachuca do México (22º)? O Lyon da França (42º), atual hexacampeão nacional, deve estar mesmo atrás dos invencíveis Audax Italiano do Chile (33º), Al-Ahly do Egito (29º) ou Cúcuta Deportivo da Colombia (28º)?

Durma-se com um barulho desses... (que jargão mais desgraçado...)

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Outros esportes...


Nesse final de semana, a China recebe a penúltima etapa do Mundial de Fórmula 1 (às 3hs do domingo), a mais importante competição automobilística do planeta (pelo menos é o que eu acho). E pode conhecer o campeão da temporada 2007, Lewis Hamilton, piloto da McLaren; e nesse caso, não se trataria de um simples campeão, mais sim, de uma página legitima na história: Hamilton campeão logo no seu primeiro ano e batendo o recorde de piloto mais jovem a levantar o troféu máximo (22 anos), que pertence a seu "parceiro", Fernando Alonso.


Vale ressaltar, que outros dois pilotos ainda tem chances de tirar o título do inglês: o espanhol Fernando Alonso, da própria McLaren, e o finlandês Kimi Raikkonen, piloto da Ferrari. Hamilton lidera com 107 pontos, Alonso vem em seguida e tem 95 e leva mais 5 de vantagem para Raikkonen, o terceiro. O brasileiro mais bem colocado é Felipe Massa, quarto com 80 pontos, 80 de vantagem para Rubens Barrichello, que mantém-se na modesta 19ª colocação... Coisas da vida, mas o que importa é ter saúde.


As possibilidades de cada concorrente na reta final são as seguintes:


  • Lewis Hamilton conquista o título se vencer uma das duas últimas corridas ou ao menos terminar na frente de Alonso e Raikkonen;

  • se Hamilton somar no mínimo nove pontos nas duas últimas provas, independentemente das posições de Alonso e Raikkonen, fica com o Mundial;

  • Fernando Alonso leva se vencer as duas provas que faltam e Hamilton somar no máximo oito pontos. Neste caso, os dois empatariam em 115 pontos, e o espanhol levaria vantagem por ter vencido seis provas contra quatro do inglês;

  • Kimi Raikkonen fica com o troféu se chover para cima ou se vencer na China e no Brasil, última etapa do ano, e Hamilton e Alonso somarem no máximo três e cinco pontos, respectivamente. Assim, todos empatariam em 110 pontos e a vantagem do desempate seria do finlândes.

No Mundial de Fórmula 1 o vencedor da prova leva 10 pontos, o segundo 8, o terceiro 6, e assim sucessivamente, até o oitavo colocado; o primeiro critério de desempate é o número de vitórias. Vale lembrar que Hamilton subiu ao pódio em 12 etapas das 15 já realizadas e os três postulantes ao título, já venceram 4 corridas cada um; as outras três ficaram com Massa, nenhuma com Barrichello...

Inevitável





É terrível admitir, mas tão certo quanto o amanhacer dessa fatídica sexta-feira, um dia o poderoso tricolor teria que perder. E sem qualquer resquício de prepotência, todos nós são-paulinos já sabiamos disso, logo após a longínqua derrota para o Fluminense, no Morumbi, o último revés antes do registrado ontem. Fazia tanto tempo, você não acha? Mas, mesmo sabendo que a intragável derrota viria, tinha que ter sido justamente ontem? Não poderia ser no Brasileirão 2008, depois do Penta já garantido? Ou porque tinha que ser contra o Flamengo no Maracanã lotado? Ainda que fosse no Maracanã, poderia ser daqui a duas rodadas quando o São Paulo voltará ao Mario Filho para enfrentar o Fluminense; ao menos o recorde de partidas invictas, do time de 1973 de 17 jogos, seria batido... Não bastasse tudo isso, haviam 8 anos que o São Paulo não perdia no mais importante palco do Rio.


Alguns aspectos, no entanto, amenizam a questão. A quarta derrota por 1 a 0 do time no torneio, foi decorrente de um gol de Ibson, um dos principais expoentes da equipe carioca; imagine perder para o Flamengo com um gol de Obina... melhor nem pensar; considerando a batalha do Beira-Rio, no fim de semana, é muito mais propício chegar ao clássico com o Corinthians depois de um tropeço como este, e voltar a realidade de que não somos invencíveis; com essa certeza, a concentração para o clássico será redobrada, não me resta dúvida, extinguindo o risco de outro tropeço... porque perder para o Corinthians seria inadimissivel, insustentável para o senhor Muricy.


Entretanto, descobrimos da pior forma o quanto fazem falta nesse time figuras como Hernanes e, fundamentalmente, Miranda: na prática... O camisa 5, representa atualmente o equilíbrio que só o melhor zagueiro do elenco é capaz de proporcionar, infelizmente. Porém, ainda diante de tudo isso, o clube mantém seus 12 pontos de vantagem e segue com seu piloto automático ligado no rumo do Penta; mais certo que o anoitecer dessa fatídica sexta-feira. O tropeço não tirou do São Paulo, também, a melhor campanha como visitante; junto com o brilhante desempenho da defesa, o maior diferencial nessa conquista (isso sim é inevitável), por si só, histórica.


Lamentavelmente, a derrota para o Flamengo vai impedir que a taça vá para o Morumbi com uma antecipação espantosa, e consequentemente, atrapalhar os planos para a Sul-Americana, uma prioridade seu Juvenal Juvêncio. Talvez, no dia 10 às 21h45, no Santuário contra o pobre Milionários da Colômbia, Muricy Ramalho não use sua força máxima, fazer o que; quem sabe, não fosse a derrota e até lá já seriamos Pentacampeões Brasileiros. No entanto, o Flamengo pode ter a certeza de que não sairá impune, o que é deles está guardado; não se bate no maior das Américas sem aguentar as consequências. O último clube que havia vencido o tricolor fora de São Paulo nessa temporada, havia sido o Náutico em Recife; no primeiro confronto no Morumbi um passeio de 5 a 0... por isso cariocas, vocês não perdem por esperar nossa retratação, com gols de Rogério e tudo mais. Quem viver verá.


Em suma, são-paulino é mesmo exigente desse jeito, não tem como mudar ou simplesmente consentir passivelmente diante de uma derrota. De um Tri-mundial, Tri-sul-americano e Penta-nacional, vai esperar o que? Estamos mal acostumados... e isso é maravolhoso.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

liga dos campeões da europa

resultados quentes na abertura da segunda rodada
pelo grupo E em Lyon o time de Juninho tomou um vareio de 0 a 3 contra o Rangers da Escócia
Messi definiu a vitória do Barcelona na Alemanha contra o Stuttgart por 2 a 0
na chave F o Sporting derrotou Dínamo em Kiev pelo placar de 2 a 1, um gol de Anderson Polga, lembra dele
e o Manchester passou pela Roma de maneira mais comedida pelo placar mínimo
no grupo G Ibrahimovic definiu os dois gols da vitória da Inter em Milão frente ao PSV
com 3 gols de brasileiros, CSKA e Fernebahçe empataram em 2 a 2 na fria Moscou
e finalmente, no grupo H, Van Pierse salvou a pele do Arsenal contra o Steaua na Romênia
e o Sevilla caprichou na vitória por 4 a 2 contra o Slavia da República Tcheca
Amanhã tem mais...

É o que é...











Até o próximo dia 21 muitas coisas vão mudar no planeta... Bush pode ser assassinado, Lula pode se suicidar, um meteoro poderá atingir o Parque São Jorge, uma "garoa" pode inundar a Terra ou o sol pode explodir e aniquilar toda espécie humana. No entanto, corre-se o risco de nada disso acontecer, mas é bem provável que até lá Lewis Hamilton já seja campeão mundial de Fórmula 1 e o São Paulo penta-campeão brasileiro de futebol; convenhamos, uma possibilidade mais amena e exequível (bela palavrinha, não achas...), porque de problemas já bastam os meus.



Os dois notáveis citados anteriormente, representam atualmente a materialização mais clara da prática esportiva bem sucedida. O São Paulo lidera o Brasileirão, disparado, com 12 pontos a frente do único adversário ainda capaz de roubar-lhe o caneco, o Cruzeiro de Belo Horizonte; Lewis Hamilton lidera o Campeonato de pilotos da Fórmula 1, disparado, com 12 pontos a frente do único adversário ainda capaz de roubar-lhe o caneco (você ainda acredita nas possibilidades de Kimi Raikkonen? Tolice; garanto que você, pensando assim, também engoliu a história de Rubens Barrichello e da Honda, no inicio da temporada, dizendo que tinham condições de brigar pelo título...), o companheiro de scuderia Fernando Alonso. Coincidência? Não; mesmo rimando com competência, estão longe de ser sinônimos.



Lewis Hamilton não guia uma Ferrari, no entanto conduz um carro tão eficiente, confiável e renomado que o da equipe italiana. A McLaren que está na mão do inglês, é a melhor desde o crepúsculo da carreira de Mika Hakkinen, então campeão mundial. Evidente, no entanto, que o carro vermelho guarda um aspecto intocável, mas é inevitável não ficar indiferente ao fato de que após a aposentadoria de Michael Schumacher, a comparação não tem passado nem perto com outrora; é incrível como os mitos deixam marcas indeléveis. O São Paulo também está longe de ser uma Ferrari, mas inegavelmente é tão eficiente, confiável e renomado que a equipe italiana. O time do Penta, obviamente, ainda precisa rodar quilômetros e mais quilômetros para atingir o nível quase inatingível do esquadrão de 2005, por exemplo, campeão sul-americano e mundial (o brasileiro, lembra dele, ficou com Edílson). Naquele, a camisa 7 era ostentada por Mineiro, mas é quase um impropério deixar de considerar que Rogério Ceni segue ostentando a 1; é incrível como os mitos deixam marcas indeléveis.



O São Paulo está às portas de um feito inédito; Lewis também. O Tricolor jamais conquistou dois Brasileiros de forma consecutiva, nem mesmo nos tempos de Telê e Raí; Lewis poderá ser campeão logo em sua temporada de estréia na Fórmula 1, com incríveis 22 anos, superando a marca de Fernando Alonso, campeão com a Renault aos 24, dois anos atrás. Se há algumas corridas, a aproximação do espanhol fez pairarem dúvidas sobre as suas possibilidades, Hamilton comprovou onde devia, dentro do cockpit, que sua posição está acima de qualquer suspeita; se a eliminação no Paulista e na Libertadores fez pairarem dúvidas sobre as condições do clube do Morumbi, as 16 partidas de invencibilidade na competição dão uma noção do que esse time é capaz e de que sua posição está acima de qualquer suspeita.



No fim de semana, o São Paulo superou uma de suas barreiras mais intransponíveis: ganhar do Internacional no Beira-Rio; Hamilton superou uma de suas provações mais intragáveis: correr sob chuva torrêncial. O confronto em Porto Alegre reunia os dois atuais Campeões do Mundo e um público contrário considerável, superior a 38 mil gargantas inflamadas a favor do Colorado; o circuito de Fuji não era usado na Fórmula 1 desde o final da década de 70, e enfrentá-lo era remar contra a maré, andar ladeira acima, desbravar o desconhecido, com o bi-campeão Alonso ao lado na primeira fila.


Sendo assim, 21 de outubro de 2007 é o domingo, no qual Interlagos vai recepcionar o último Grande Prêmio da temporada e o Morumbi vai recepcionar o definitivo confronto São Paulo vs. Cruzeiro. Ambos já levaram? Certo é que quem morre na véspera é peru de natal, não Alonsos ou Cruzeiros; enquanto o coração bater e o pulso pulsar, vida restará. Não vale a pena estender-se, quem viver verá, entre mortos e feridos...