São 20 clubes na primeira divisão do futebol nacional, a Série A. São mais 20 clubes na segunda divisão, a B. São outros 64 na Série C, a terceirona. Mas não é que a CBF (Confederação Brasileira de Fanfarrões) anuncia a criação da Série D do Campeonato Brasileiro? Lastimável. A partir de 2009 serão quatro divisões; isso no momento em que prega-se a moralidade do esporte, o que passa por enxugar as disputas, exige-se respeito da comunidade internacional, e o que é pior, dava-se mostras de que tudo isso poderia ser possível num futuro próximo... Mas o grupinho do Ricardo Teixeira aparece com essa! Não seria de se espantar que a Copa do Mundo do Brasil tivesse 80 seleções...
As origens desse fato estão alocadas em obscuros interesses. Não se trata de integração nacional através do futebol; na Copa do Brasil, com representantes de todos os estados, não se consegue, mais improvável será no Brasileirão nesses moldes. A proposta baseia-se em aumentar o número de clubes, quando deveria representar um ajuste na situação precária das centenas de clubes que já engalfinham-se no formato atual.
Não bastasse a alusão ao uso de dinheiro público para o financiamento do mundial de 2014, o uso de recursos de terceiros para saneamento das dividas das agremiações com a Receita federal, a Previdência e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, leia-se Timemania, decorrente de gestão nefasta e oportunista de dirigentes amadores, nasce mais essa.
A ocorrência aniquila um pouco mais a já exígua credibilidade do futebol tupiniquim.
coluna UniBrasil Esporte Clube
Band Sports
domingo, 30 de março de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
Viver tem dessas coisas...

Uma notícia me espantou nessa semana. Potencialmente, na re-abertura do mercado europeu, ao final da temporada deles, o Milan da Itália estaria disposto a desembolsar 8 milhões de dólares pelo fantástico volante Hernanes. Fora o espanto, veio também o desespero...
Quem quer levar Hernanes é o mesmo Milan que um dia pagou 8,5 milhões de dólares pelo futebol de um certo garoto chamado Kaká, assim como Hernanes, nascido para o esporte no sagrado solo do Morumbi. É também o mesmo Milan, que após a derrocada na Liga dos Campeões frente a juventude e sagacidade do Arsenal, de Vengér e Fabregas, em pleno San Siro, e na iminencia da aposentadoria do insubstituível Paolo Maldini, que presta seus serviços ao clube rossonero por quase duas décadas e meia, tem dito aos quatro ventos para quem quiser ouvir que reformular é preciso, que as alterações drásticas do elenco, não passam dessa temporada. É também o mesmo Milan, que tem na cúpula diretiva de contratações, o brasileiro Leonardo, campeão do mundo pelo São Paulo. Hernanes joga no clube, cuja presidência não creu ser temerária a negociação de Breno, Leandro, Ilsinho e Josué, em circunstâncias claramente nocivas para a equipe. Hernanes foi presença constante nas convocações de Dunga para a Seleção em 2008, o trampolim mais evidente e atalho mais curto para inicio de carreira na Europa...
Por essas e outras, Hernanes, um jovem são-paulino promissor e barato aos padrões europeus, aparenta estar com a cabeça a prêmio. Cabe à diretoria ponderar com cautela antes de assinar qualquer recisão contratual, ou aceitar propostas em que o custo-benefício têm sido, ultimamente, de valor recorrente e precário apenas ao tricolor e sua apaixonada torcida. Pensar é um dom que dignifica o ser humano...
Honestamente, é um nefasto círculo vicioso irreversível; é duro admitir, me parece que o nono brasileiro do grupo dos atuais campeões europeus e mundiais, está a caminho de Milão...
01 Ceni 792º

Eternamente setecentas e noventa e duas vezes Rogério Ceni!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No Morumbi, era para ser o jogo da redenção, o jogo e tão somente o jogo, o jogo da liderança... da liderança do Paulistão. Na véspera, parada indigesta para o até então lider Guaratinguetá (Guaratingue... quem????) no interior, em Marília na região metropolitana de Tupã, onde o todo poderoso tricolor alcançou sua primeira derrota na temporada, sob as bençãos do sr. Muricy; clássico na Vila Belmiro, com Pelé e tudo, não daria para o Corinthians; Palestrinos e Portugueses na capital, com sabor de zebraça até os 49 do tempo derradeiro...
No fim, só o time do Parque corroborou com a liderança do líder por essência e natureza; o Guaratinguetá seguiu na ponta após a décima primeira vitória na competição; e o time da camisa marca texto, conseguiu um improvável resultado que parece definir quem ficará com o título paulista (lembro que o último episódio semelhante ao do gol de Jorge Preá, havia sido registrado em 2005, quando o então competitivo e respeitável São Caetano, mesmo após estar na frente por 3 a 1, tomou outros três tentos e viu o São Paulo levar três pontos improváveis e o título semanas depois)...
Dane-se! Grão de milho só enche papo de galinha! A vocação são-paulina é monstruosamente maior. Dane-se! Se não foi o jogo da liderança (bastava derrota do Guaratinguetá e empates de Palmeiras e Corinthians, além da obvia vitória tricolor), foi o jogo do retorno ao G-4. Dane-se! Se ganhar do Sertãozinho não é representativo nem pro time reserva deles, depender de Galeano é foda (haha!), perder de quatro para o Palmeiras também não deve ser levado às últimas consequencias; supra-estimar banalidades é banal. Dane-se! Se Juninho sofre lesão no joelho esquerdo e pára por um mês, Alex Silva deve voltar em vinte dias. Dane-se! O melhor goleiro do mundo deu mais um passo ruma à glória suprema, à extratosfera tricolor.
Em suma, Ceni e Jorge seguem eternos no time do Morumbi: vinte partidas em 2008, duas dezenas de aparições com o manto tricolor para ambos. E como esse lugar faz bem para o time... Diante de um público surpreendemente bom (na real, apenas razoável, porém condizente com as condições naturais), o sentimento é de esperança de que o futebol aceitável apresentado em Luque, pela Libertadores, ainda pode dar as caras nas semi-finais e na reta de chegada do torneio continental.
E foi um alento ver como pode ser satisfatória a produção da equipe com Borges (9 gols em 2008, 13 em 2007), Adriano (senhora canhota) e Dagoberto, no comando do ataque; só com os dois primeiros, são 17 gols no ano. Infelizmente, a intervenção do competente Rafael no primeiro gol de Borges, demosntra a precipitação da diretoria na contratação do incerto Jancarlos. Se os resultados e as vitórias, como a de ontem no Morumbi, não taparem os olhos de todos no clube para a infinidade de defeitos e correções necessárias, as perspectivas ainda podem ser de um 2008 ditoso (?).
Agora são 74% de chances, matemáticas, para a classificação; as chances, reais, só serão apreciadas domingo, às 16 horas, no Marcelo Stéfani em Bragança. E são de 0% as chances de descartar o bi-campeão brasileiro da corrida pelo ouro em São Paulo...
Na verdade, isso tudo não teria o mais infimo valor não fosse por Rogério Ceni. Ontem, hoje e sempre, o jogo continua sendo dele; por quase oitocentas vezes... Que a sua vontade seja feita, assim como na terra, no céu ou no gramado santo do Morumbi.
Prepare-se: faltam oito estações para a 800ª... quem viver, verá!
Eis a ficha técnica da 792ª exibição de Ceni com o manto tri-mundial...
São Paulo: Rogério Ceni; André Dias, Juninho (Júnior, aos 28min do 2o tempo) e Miranda; Rafael (Joilson, aos 18min do 2o tempo), Zé Luís, Fábio Santos e Jorge Wagner; Dagoberto (Carlos Alberto, aos 40min do 2o tempo), Borges e Adriano.
Técnico: Muricy Ramalho
Sertãozinho: Lauro; Pedro Paulo, Galeano e Erivélton (Carlinhos, aos 32min do 2o tempo); Lucas, Elias, Ceará, Glauber e Pinheiro; Tuto e Marcos Denner (Geílson, aos 18min do 2o tempo)
Técnico: Lori Sandri
Gols: Borges, aos 24min do 1o tempo. Borges, aos 19min, Adriano, aos 25min e Geílson, aos 30min do 2o tempo
Cartões amarelos: Fábio Santos (30min/1o), Miranda (31min/1o), Rafael (41min/1o), Glauber (16min/1o),
Juiz: Claudinei Forati Silva (SP)
Local: estádio do Morumbi
Técnico: Muricy Ramalho
Sertãozinho: Lauro; Pedro Paulo, Galeano e Erivélton (Carlinhos, aos 32min do 2o tempo); Lucas, Elias, Ceará, Glauber e Pinheiro; Tuto e Marcos Denner (Geílson, aos 18min do 2o tempo)
Técnico: Lori Sandri
Gols: Borges, aos 24min do 1o tempo. Borges, aos 19min, Adriano, aos 25min e Geílson, aos 30min do 2o tempo
Cartões amarelos: Fábio Santos (30min/1o), Miranda (31min/1o), Rafael (41min/1o), Glauber (16min/1o),
Juiz: Claudinei Forati Silva (SP)
Local: estádio do Morumbi
segunda-feira, 24 de março de 2008
01 Ceni 791º

Eternamente setencentas e noventa e uma vezes Rogério Ceni!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Em Campinas, no deplorável gramado do Brinco de Ouro da Princesa, o melhor goleiro do mundo deu mais um passo rumo à glória suprema, à extratosfera tricolor.
Apesar da atuação pífia da equipe, nada se salvou além do resultado, Rogério se sobressaiu mais uma vez, circunstância natural, corroborou ter brilho próprio. Mesmo sem a necessidade de uma intervenção sequer, foi o dono da peleja. Mesmo sem ser notado, quem teria sido o atleta com o maior close na hora da execução do hino nacional? Em jogo de seleção, não tem jeito, é assim mesmo: sem choro nem vela, protocolo cumprido a risca e hino tocado na íntegra.
Sem o Imperador, e trajando a 01 às costas, Rogério foi no interior o legitimo 10... Inclusive cobrança de falta se viu ontem. E com a benção de sua Santidade, Borges saiu do espaço reservados a suplentes, onde diga-se de passagem, Richarlyson merece estar, para com um único lance selar a vitória, casual mas imprescindível, na volta 16 do Paulistão. São agora três finais até a redenção.
Mesmo atrapalhado por Muricy, muito atrapalhado na verdade, Ceni segue seu caminho até a exibição definitiva. Nesse caminho, não duvide do que vou falar, sem reveses mais relevantes. No estadual, essa rota se confunde com mais três vitórias, fundamentais como a do último domingo. Na quinta, contra mais desesperado, dessa vez o Sertãozinho, qualquer resultado diferente dos três pontos, representará o adeus a competição; sem maiores traumas ou apelações...
Que a Sua vontade seja feita, assim como na terra, no céu ou no gramado santo do Morumbi.
Prepare-se: faltam nove estações para a 800ª... quem viver, verá!
Eis a ficha técnica da 791ª exibição de Ceni com o manto tri-mundial...
Guarani: Gisiel; Xandão, Marcelo e Diego; Maranhão, Roger Bernardo, Fabinho (Vitor Rossini, aos 15min do 2º tempo), Marcinho (Paulo Santos, aos 15min do 2º tempo) e Alessandro; Henrique e Cris (Andrezinho, aos 26min do 2º tempo).
Técnico: Jair Picerni
São Paulo: Rogério Ceni; Zé Luís, André Dias e Miranda; Joilson, Hernanes, Richarlyson, Carlos Alberto (Borges, aos 26min do 2º tempo) e Jorge Wagner; Dagoberto e Aloísio.
Técnico: Muricy Ramalho
Gol: Borges, aos 27min do 2º tempo
Cartões amarelos: Maranhão (12min/1º), Diego (20min/2º), Alessandro (23min/2º), Joilson (23min/1º), Dagoberto (27min/1º), Richarlyson (39min/1º), Zé Luís (44min/2º)
Juiz: Phillipe Lombard
Local: estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP)
Técnico: Jair Picerni
São Paulo: Rogério Ceni; Zé Luís, André Dias e Miranda; Joilson, Hernanes, Richarlyson, Carlos Alberto (Borges, aos 26min do 2º tempo) e Jorge Wagner; Dagoberto e Aloísio.
Técnico: Muricy Ramalho
Gol: Borges, aos 27min do 2º tempo
Cartões amarelos: Maranhão (12min/1º), Diego (20min/2º), Alessandro (23min/2º), Joilson (23min/1º), Dagoberto (27min/1º), Richarlyson (39min/1º), Zé Luís (44min/2º)
Juiz: Phillipe Lombard
Local: estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP)
sábado, 22 de março de 2008
IMPERDÍVEL: resultados de hoje no Campeonato do Azerbaijão!!!!!
rodada 15º
Karvan Evlakh 1 - 0 Turan
Olimpik Baku 2 - 0 Gabala
Karabakh Azersun 1 - 1 Masalli
Neftchi 2 - 0 Inter
rodada 16º
Simurg 3 - 0 Genclerbirliyi Sumgayit
FK Baku 0 - 1Standard
Khazar Lenkoran 0 - 0 ABN
Karvan Evlakh 1 - 0 Turan
Olimpik Baku 2 - 0 Gabala
Karabakh Azersun 1 - 1 Masalli
Neftchi 2 - 0 Inter
rodada 16º
Simurg 3 - 0 Genclerbirliyi Sumgayit
FK Baku 0 - 1Standard
Khazar Lenkoran 0 - 0 ABN
quinta-feira, 20 de março de 2008
Mais do mesmo...

Como se não fosse o bastante, o jogo das 19h20 é válido pela Copa Libertadores... Razão suficiente para que não se tratasse de uma partida comum. E realmente não teria como ser.
Logo mais, em Luque, no Paraguai, o SãoPaulo faz sua terceira exibição no torneio, penúltima fora de casa... na primeira fase, é evidente...
Mas, antes de qualquer coisa, é o jogo em que Rogério Ceni vai adentrar o gramado vestido o manto tricolor pela 790º oportunidade!
São quase duas décadas de reciprocidade inabalável, e o serão até o Morumbi estiver coberto, Rogério estiver com 42 anos, nas adjacências de 2014, quando já formos heptacampeões da Libertadores.
Rogério Ceni não seria nada sem o São Paulo; mas o São Paulo, nada seria sem Rogério Ceni... Não bastasse ser brilhante com as mãos, é imcomparável com os pés. Eternamente, obrigado Ceni.
Ser sãopaulino e desfrutar dessa arrogância marcante, passa pela mão daquele que é o maior ser humano que já passou nas esquinas do Morumbi. Referência suprema do que é torcer por esse clube...
quarta-feira, 19 de março de 2008
Nadegas a declarar
sábado, 15 de março de 2008
As coisas como são
Tenho um grande amigo na faculdade. "Ele é de Bandeirantes, mas é meu amigo". Outro dia falamos de Falcão, o melhor jogador de futebol de salão do mundo. Doce saudosismo. Falamos daquele que um dia pisou o solo sagrado do Morumbi, trajado com o manto tricolor; mas que o ego de Emerson Leão não deixou estar...Com a saída do atual treinador do Santos, em meio a uma Copa Libertadores é justo que se diga (para honrar um compromisso de palavra, segundo os dizeres do sujeito), o caminho estava livre para a ascenção de Falcão, mas já era tarde. O rapaz já estava decidido à voltar para o salão, com o devido respeito que uma majestade merece.
O tempo passou, o São Paulo ganhou aquela Libertadores, com a benção de Paulo Autuori, retornou ao Japão, conquistou o mundo pela terceira vez; hoje, detem até o inédito bi-campeonato brasileiro, feito impossível até para o Mestre Telê... Além disso tudo, atua no tricolor atualmente, não um rei, feito Falcão, mas um Imperador.
Adriano não repete nem de longe seus bons tempos de Internazionale; nem por lá faria grande coisa, no estado em que se encontra. Contudo, seu papel no time tem que ser entendido de outra maneira. A respeitabilidade e a imposição do cara é que fazem a diferença, na realidade. É hilário vê-lo marcado na Libertadores e em certos jogos do Paulista. O fato de estar parado nas proximidades da área, não diminui sua importância. Às vezes irrita, mas pior mesmo é que revela uma completa incoerência.
O melhor jogador de futebol de salão do mundo, chegou ao São Paulo em 2004 como grande "reforço" para a Libertadores, como genial ação de marketing do presidente Marcelo Portugal Gouveia (descobriu-se as negociações com a Malwee de Jaraguá quando tudo já estava acertado, seria brilhante, se não fosse trágico), mas cercado pela desconfiança dos que não sabem esparar; gente da mesma estirpe daqueles que expulsaram Kaká do Morumbi meses antes, e não acreditavam ser possível a adaptação para o campo, sobretudo pelo aspecto físico.
Não gostaria que soasse como oportunista, mas era evidente que esse era o menor dos obstáculos; quem já jogou futsal uma vez na vida, sabe como o que é correr pelos 18 metros quadrados da quadra: estafante, impensável para quem não está tinindo fisicamente. E Falcão estava. Além disso, tão fundamental para o futebol de campo é a capacidade técnica e de raciocínio, controle de bola e fundamentos, estabilidade emocional, raça... Para ajudar, se é que é possível usar esse termo, Leão usava o rapaz como meia (quando usava...), longe da área, para acompanhar volante adversário ou sei lá quem. Chegou a cometer o impropério de dizer que enquanto fosse treinador do São Paulo, Falcão não atuaria; criticou a joia rara, chamando-a de individualista e improdutivo (me lembro dessas palavras, como se fosse hoje); foi incapaz de acreditar e apostar no óbvio, fazer o negócio da sua vida, imcompatível com quem lançou Robinho e Diego para o planeta. E assim, longe da área, como esse blog está da perfeição, Falcão foi sucumbindo e desistindo do último grande empreendimento da sua vida, alcançar a seleção brasileira no futebol de campo... Estava na cara que para-lo seria indigesto, suas finalizações com irrelevante margem de erro, a bola em seus pés e de mais ninguém...
Então, olho hoje para o time do São Paulo e vejo Adriano estático e pouco produtivo nas adjacências da grande área, quando não na da pequena; não entenda como crítica ao atual camisa 10: trata-se de exercício de comparação. Adriano sobrevive como titular do São Paulo junto ao subterfúgio que aniquilou Falcão do time, justo o melhor jogador de futebol de salão do mundo. Verdadeiro desperdício, imperdoável em tempos de aquecimento global, sutentabilidade e essas "babozeiras" todas. Resta lamentar nobre são-paulino.
Aliás, é bom que se diga, outras coisas que me ocorrem agora... Marcelo Portugal Gouveia foi o presidente que sonhou com Falcão no tricolor. Foi ele quem reconduziu o São Paulo ao topo do continente e do planeta. Gouveia assumiu o mandato passado por Paulo Amaral Vasconcelos, um bacaca que em mais dois anos quebraria as finanças do clube por sua incapacidade de gestão e chegou a se desentender com Rogério Ceni, quase fazendo o ídolo supremo despedir-se e ir desfilar seu brilhante futebol no Arsenal da Inglaterra.
Marcelo foi eleito, reeleito, e pela índole que tem, deixou para seu sucessor um clube estruturado, dono do seu próprio dinheiro, que vive em função das próprias pernas, campeão mundial e sul-americano. Juvenal Juvêncio, antes diretor e brilhante em tal função, pegou o time, continua com a rentabilidade finaceira, revelou Breno, Hernanes, contratou Miranda, vendeu Souza...
Entretanto, o choque de gestão preocupa. Juvenal tenta fazer de Muricy o novo Telê Santana, até contrato renovado fornece ao pupilo; estende o vínculo de Richarlyson e é incapaz de montar uma equipe e um elenco realmente estruturado. A promessa de cobrir o Morumbi não ameniza as coisas, muito menos a de trazer "o" craque, temporada após temporada, mas nunca concretizada... A impressão que fica, é a de que enquanto a dupla Juvêncio - Muricy ficar no São Paulo, não ganharemos nenhuma Libertadores, inadmissível! Ao que me parece, na gestão de Gouveia, jamais o grupo sãopaulino teria jogadores feito Adriano ou Carlos Alberto; jamais teria a atitude anti-estatutária de estender em doze meses o mandato e se apropriar em benefício próprio; jamais faria grandes esforços para renovar com o lesionado Alex Silva poucos meses após se desfazer do lendário Breno... Tudo bem que o atual mandatário, e sua política um pouco duvidosa, permeada de palavras pomposas e até convincentes, tenha alcançado o penta campeonato nacional. Prefiro crer em quem foi campeão mundial...
Realmente, a imagem dessa postagem em nada condiz com o texto, paciencia...
Fregueses...
Fazem mais de 10 anos que não perdemos para o "verdinho do parque" em Campeonatos Paulistas. Falou em clássico(?) só tem um resultado; são pelo menos quatro anos sem derrotas para "lambaris" e "galinhas"... Se Muricy e Richarlyson não estivessem entre nós, garantiria outra década; com eles por perto, não me responsabilizo por nada. Confira os 11 jogos do tabu:
1/4/2007
São Paulo 3 x 1 Palmeiras
5/2/2006
São Paulo 4 x 2 Palmeiras
20/2/2005
São Paulo 3 x 0 Palmeiras
11/3/2001
São Paulo 3 x 0 Palmeiras
12/3/2000
São Paulo 2 x 0 Palmeiras
9/5/1999
São Paulo 5 x 1 Palmeiras
18/4/1999
São Paulo 4 x 4 Palmeiras
25/4/1998
São Paulo 3 x 1 Palmeiras
19/4/1998
São Paulo 2 x 1 Palmeiras
25/5/1997
São Paulo 4 x 1 Palmeiras
3/5/1997
São Paulo 4 x 2 Palmeiras
Falando sério, domingo espero pelo pior; sem Miranda o time perde a defesa inteira. Se não jogarem também Dagoberto e Adriano, dúvidas do professor, a coisa vai ficar feia. No entanto, o fato do jogo ser em Ribeirão Preto, ameniza a situação. Além da torcida monstruosamente maior, as condições locais vão nivelar a partida; por mais díficil que seja, devo admitir, seria muito mais complicado ganhar deles no Morumbi. Mas, não tiveram coragem de jogar na Meca brasileira, terão que aguentar as conseqüencias! Quem pede arrego, não merece um pingo de credibilidade. Amanhã é dia de aniquilar ainda mais o PIB de Luxemburgo. Hoje, apesar de não gostar de Turim, é dia de dar Juventus...
sábado, 8 de março de 2008
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